terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Capitulo 6

Era véspera de Natal. Passaríamos minha família com a de Luan, Bruna e Gui não estavam mais juntos, por motivos de ciúmes. Sei que logo voltam. Eu e Luan estávamos cada vez mais próximo. Estava me arrumando para o Natal, e minha mãe me chama.
—Filha esse aqui é um tio seu de Maringá.
—Oi, prazer.
—Prazer. Sou Anderson Ricardo.
—Prazer Anderson. Mariana!-Sorri para ele.
Ficamos conversando um tempo ele me disse que era empresário, e ficaria por Londrina por um tempo. Voltei me arrumar já estava atrasada, me despi e tomei um banho no qual demorei uns 20 minutos, fiquei bom tempo pensando sobre meu tio, sabia que ia precisar dele mas não sabia o porquê. Me arrumei assim:


Fiz uma make assim:


E desci, fomos para casa de Luan. Quem atendeu foi ele mesmo que estava um verdadeiro príncipe. Com uma camiseta vermelha, calça justa mais clara mas não muito, e um tênis normal. Aquele sorriso dele, como ele mesmo diz com as "ferralhada" na boca. Sai do trânze e fui falar com ele.
—Feliz Natal meu amor. Te amo muito! Que nós passemos milhões de Natais juntos.-O apertei forte no abraço.-Você tá um príncipe!
—Feliz Natal minha princesa, te amo muito, muito. Tenho certeza que vamos passar muitos Natais, Ano Novo, junto. Por que o que Deus uniu ninguém separa! -Me deu um beijo.
Entramos e desejamos Feliz Natal a todos. A festa foi muito agradável. Estávamos em uma rodinha  e Luan iria cantar, estava do meu lado Luan e do outro meu tio, aquele Anderson. Luan pegou o violão e começou a dedilhar mas logo parou, e me olhou. 
—Essa aqui é feita por mim mesmo. Fiz para uma pessoa-Todo fizeram um coral de "hum" e me olharam inclusive o próprio, e eu corei né-Espero que goste amor.-Me olhou.
Luan começou a cantar. 
"E eu que achava que,
A vida fosse só uma viagem
Que o mundo tinha me esquecido.

"E eu que achava que,
O amor não existia pra todo mundo
Que era coisa de cinema

Aí você, apareceu
Com um olhar, me convenceu
Anjo de asas coloridas
Amor além da vida.

Eu não resisti a tanto amor
O meu coração se entregou
E venha o que vier 
Eu vou estar pra sempre com você"

Eu me emocionei, quando ele terminou logo me olhou e eu o abracei sem jeito por causa do violão. E Anderson nos interrompeu.
—Desculpa atrapalhas-Assentimos em  forma de "prossiga'-Então, estava vendo você cantar e gostei bastante. Como Mariana sabe sou empresário. E acho que você tem futuro. 
—O que você quer dizer com isso? -Luan disse não escondendo a felicidade.
—Bom, eu quero te lançar. O que acha? Você compõe?
—Cara, eu não sei o que dizer. Eu sempre sonhei com isso, cantar é minha vida. Sim, essa música fui eu quem fiz para Mariana.
—Depois conversamos sobre isso, vou ficar três meses em Londrina.
Luan me abraçou forte, estava muito feliz mesmo

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Capitulo 5

Acordei no outro dia Gui ainda dormia. Levantei e fui para o meu quarto fazer minhas higienes. Era um Sábado estava calor. Optei por uma roupa assim:
 
Desci e minha mãe e padrasto não estavam. Fiz café pra mim e pra Gui que logo  acordou e eu fui para o Shopping, estava sem nada para fazer. Estava comprando umas roupas quando meu celular tocou. Atendi sem ver quem era.
—Alo?
—Oi amor. 
—Oi vida.
—Onde tu ta amor?
—Shopping, porque?
—Sério? Eu também to, com a Bruna. 
-Gargalhei-Que parte tu ta amor?
—To numa loja.
—Qual Luan?
—Não sei falar o nome é difícil.
—Ai ta bom. Eu procuro vocês.
Não deixei ele nem responder e desliguei. Paguei as minhas comprar e fui a cata dos dois. Avistei Bruna e procurei Luan com os olhos. O avistei conversando com uma loira, corpão. Estavam tão perto que me deixou visivelmente com raiva, ciúmes, sei lá. Nem fui falar com eles e sai dali, as pressas. Fui pra praça de alimentação. Me sentei, e logo depois alguém se senta na minha frente.
—Descu... Pedro? O que ta fazendo aqui?
Pedro era um ex-namorado meu. Ele morava em São Paulo. 
—Vim visitar a cidade. Tá linda, Mari.-Me olhou de cima-a-baixo.
—Ah sim. Obrigada, Pedro. -Estava tímida.
Conversamos um tempo e ele disse que precisava ir. Estava caminhando distraída e me esbarro em alguém.
—Nossa me desculpa, não te vi. Disse ajudando a "pessoa" vitima se levantar.
—Nad.. Mariana? 
Advinha? LUAN!
—Ah.. Oi. Disse seca. Olhei para o lado e a loira estava com ele. Arquei as sobrancelhas e desviei eles para ir embora, e ele me puxou.
—Onde tu vai?
—Embora? Fiz cara de óbvio.
—Não vai nem falar comigo?
—Não to afim agora.
—O que eu te fiz?
Não respondi e sai andando, com ele atrás de mim. Já não estávamos perto da "loira" e de Bruna que também estava ali.
—Vai la com a tua loira, e me deixa em paz Luan. Que saco.
—Ja entendi. Ciúmes da Bianca? É isso? Por favor né.
—Olha. Você me liga pedindo para eu te encontrar e chego lá vocês estão conversando parecendo um casal, e você comendo ela com os olhos. Ah me poupe. Disse me virando para ele e parando em sua frente.
—Eu te vi também com um garoto. Estamos iguais.
—Pedro? Ah Luan, menos né.
—Vai ficar com ciúmes de uma mulher lésbica agora, Mariana?
—Vai me dizer que...
—Sim. Arqueou as sobrancelhas
—E porque você estava comendo ela com o olhar?
—Eu não estava.
—Ta bom.
—E aquele guri? 
—O que tem?
—O que ele é teu?
—ex..
—Tenho direito de ficar muito mais bravo, ele sim estava te comendo com os olhos. Ele me encarou.
—Eu só falei com ele porque estava com raiva de você. Eu ia saber que ela é lésbica.
—Confiança!
—Desculpa.. Abaixei a cabeça.
—Promete que não vai se repetir? 
—Sim.
—Então vem cá.
Ele me puxou para ele e me beijou, calmo. Andamos mais um pouco pelo Shopping e fomos para minha casa. Fui com o Luan para o meu quarto, ficamos conversando. Quando descemos estava Guilherme e Bruna aos beijos. Confesso que nunca vi meu irmão ficar com alguém. E nossa, cara. Eles tem uma diferença grande de idade. Olhei para o Luan que esta a com uma cara nada boa. Ele não disse nada e foi em direção aos dois e os separou e ficou os encarando. Bruna estava visivelmente nervosa.
—Desculp...
—Foi a primeira vez?
—Hãn?
—Que vocês ficaram, Bruna!
—N..ã..o.
Luan não disse nada e saiu batendo porta, olhei para os dois e sai a procura de Luan, fui direto para o lago, sabia que iria para lá. E acertei.
—Amor?
—Oi. disse fitando o lago.
—Como você ta?
—Você sabia?
—Não. To tão impressionada quanto você. Disse o olhando.
—Por que não falaram nada? O guilherme é muito mais novo que a Bruna.
—Mas ele não vai abusar de Bruna. Pode ter certeza.
—Será que eles tão... tão.. namorando? Ele disse nervoso.
—Não sei. Vamos lá?
—Vamos.
Peguei na sua mão e fomos para minha casa. Bruna estava chorando e Guilherme estava a abraçando. Quando a porta se abriu Bruna olhou para Luan ainda com os olhos marejados.
—Luan? Me desculpa? 
—Vocês estão namorando?
—Na verdade, eu ia pedir a mão dela pra você e seu pai amanhã...-Guilherme se  pronunciou.
—Luan-Bruna disse ainda chorando- Eu não falei nada porque ta a com medo. Eu amo o seu irmão, Mari. Ainda chorava, confesso que fiquei com dó. Logo bateram na porta abri era seu Amarildo e dona Marizete. Logo Guilherme disparou em falar.
—seu Amarildo, dona Marizete, Lua -os olhou- Eu ia fazer isso amanhã, mas vou fazer hoje mesmo. Bom, eu queria pedir a mão da filha de vocês em namoro. Eu sei que a Bruna é muito nova. Ou eu que sou muito velho. Mas eu realmente to apaixonado por ela. Mari, eu também quero pedir pra você. Você é mais que uma irmã pra mim, você é minha mãe e meu pai. Você cuida de mim, e vice-versa.- Ele nos olhou aflito.
—Apesar de ser muito novos deixamos. -Marizete e Amarildo dispararam-Faça nossa pequena feliz. 
—Você sabe que eu te apoio hoje e sempre, meu irmão. Abracei forte Gui.
—Luan? 
—Eu não sei cara, é muito novo isso pra mim. 
—Licença. -Vem aqui rapidinho, amor. O chamei- Amor eus ei que não é fácil. Pra mim também não ta sendo. Mas pensa, sua irmã disse que o ama, e você rejeitando esse namoro, vai deixar ela triste.
—Tudo bem-Voltamos para o de todos estavam-Eu aceito esse namoro. Mas se eu ver minha irmã sofrendo, você vai apanhar cara.
—Pode deixar, Luan. Gui apesar de nervoso riu.
Ficamos conversando e eu fui com o Luan para o meu quarto. Ficamos nos beijando, e eu vi que o clima estava esquentando.
—Lu...lua..luan. Dise ofegante 
Não me escutou e continuou os beijos.
—Luan eu sou.. virgem.
—Eu também. Ele me olhou.
Beijei ele com mais velocidade e ele parou.
—Que foi?
—Não quero forçar.
—Mas eu quero isso.
—Tem certeza?
Comcordei e ele me beijou com tudo. O beijo foi cada vez ficamdo mais quente. Luan já foi tirando meu short, com custo pos estava apertado. Colocou suas mãos dentro da calcinha e ficou me masturbando. Já não estava mais aguentando de tanto tesão. Soltava leves gemidos. E Luan os abafava com beijos. Luan sentiu que já estava completamente "molhada" e tirou sua mão dali. E disse wue era minha vez. Tirei sua calça com dificuldade e agarrei seu membro. Luan esta a já se contorcendo e pediu pqra que eu o chupasse. O obedeci, e fiz um vai e vem no seu mebro. Ele gozou logo, engoli tudo e ele fez o mesmo. Abocanhou minha intimidade, meu tesão tava cada vez mais forte. Gozei também, e ele engoliu. Pedi para que metesse logo, e ele assim fez, num movimento devagar mas logo a velocidade foi aumentando. Ele fez um vai e vem com força dentro de mim. Pediu para que eu "sentasse" agora. Assim fiz, sentei em seu mebro e comecei a rebolar de leve. Luan soltava uns "Não faz assim" "Vai mais forte" "Delicia" "Vai amor". Comecei a rebolar com mais velocidade. Luan já estava completamente louco, agarrava meus cabelos e puxa a com força. Logo ele me virou, e penetrou novamente o seu membro dentro de mim. Cada vez ia com mais força. Já estava chegando no orgasmo. Ele foi aumentando mais a velocidade. Chegamos ao orgasmo juntos. Ele deu mais uma penetrada com força, e logo foi tirando aos poucoss eu membro de dentro de mim.
—Nossa...
—To exausta. Falei.
—Você me mata desse jeito, muié.
-Gargalhei- Eu to morta.
Tomamos um banho junto, e no banho fizemos mais amor. Deitamos e dormimos. 





Amorsssss! Desculpa não postar antes, eu viajei como disse, e voltei Domingo. E ontem não tive tempo. Mas ta ai. Mais tarde posto outro. Hot hoje ein kkkkkkkkkk, imaginem se não fossem virgem? kkkkkkkkk fafadinhas de plantão?









sexta-feira, 15 de novembro de 2013

AVISO

Amorecos, o ultimo capitulo foi super sem graça. Eu to com muita dor e não tive inspiração hoje ok? Mas prometo caprichar nos próximos capítulos. E vai vir muita coisa por aí, fiquem ligadinhos. Não vai dar pra postar cap. nesse fds porque vou viajar, mas vou tentar postar amanha cedinho se der, ok?! Beijos vidinhas. ❤️❤️❤️

Capitulo 4

—Ei, eu to aqui.-Falei num tom bravo por estarem falando de mim como se eu não estivesse ali. Eles rirem.
—Eu sei amor. -Luan riu me abraçou de lado e depositou um beijo na minha bochcecha. 
Caminhamos até o condomínio la me despedi dele e com inei de irmos ao lado depois do almoço. Cheguei em casa e minha mãe tava parada na porta com os braços cruzados, com cara de quem tava esperando algo para ser contado.
—Que foi?-Arquei as sombrancelhas,
—Eu que te pergunto. Deu pra dar beijinhos no filho da Marizete e do Amarildo?  
—Ah é isso? Estamos namorando, e eu vou comer e depois vou sair com ele. Falei subindo as escadas.
—VOLTA AQUI AGORA MARIANA.
—Que que é, mae?
—O QUE QUE É? VOCÊ TÁ NAMORANDO, E ME FALA ASSIM? NÃO IA CONTAR A SEUS PAIS?
—QUER SABER? NÃO IA MESMO. VOCÊS MAL PARAM EM CASA E QUER SABER DA MINHA VIDA AMOROSA? VOCÊS NÃO SE IMPORTAM COMIGO E COM GUILHERME, E QUER DAR LIÇÃO DE MORAL EM RELAÇÃO A MIM E LUAN? ESTAMOS A MAIS DE UM MÊS FICANDO E O MEU IRMÃO REPARA EM MIM E VOCÊS? AH TAVAM TRABALHANDO. Falei alterada já.
Ela não falou nada saiu bufando, não dei a minima e sentei com Gui que tava sério, meu paadrasto também. O clima tava tenso demais. Me servi, comi e sai da mesa. Me arrumei simples e sai de casa batendo a porta. Mandei uma mensagem pro Gui.
"Gui qualquer coisa eu to no lago com o Luan ta? Eu te amo muito, maninho. ❤️"
Logo depois enviei uma para o luan:
"To chegando no lago já. Beijos. ❤️"
Cheguei no lago e ele ja estava la, com o celular na mão. Se virou e me viu.
—Oi amor.-Falei.
—Oi mor.-Ele falou me puxando pra sentar no meio de suas pernas.
Sentei no meio de suas pernas, e ele ficou cantando uma música desconhecida por mim.
—amor..-o chamei
—Oi?
—De quem é essa musica?
—A é uma aí amor..-Ele falou desconversando.
—Fala Luan. De quem é?
—É minha amor. Olhou pra baixo, me virei pra ele
—Por que não me falou que você compõe? E canta? Canta pra mim?
—A meu sonho era ser cantor, mas acho que nunca vou pra frente, mesmo..
—Ei não fala assim. Se é o seu sonho, farei o possivel para ajudar você a realiza-lo. Você me mudou Luan. Eu era rancorosa e hoje eu sou a pessoa mais feliz do mundo com você. E ver vocêa ssim cabisbaixo acaba comigo.
—Eu te amo sabia? 
—Sabia-Gargalhei-Eu amo muito mais você.
Trocamos caricias e ele me tirou de suas pernas e levantou até o lago pegou uma pedra e voltou pata de baixo da árvore comigo, e começou a "escrever no chao ao lado da árvore, logo depois escreveu na arvore. Levantei para olhar, e meus olhos marejaram.
"Luan e Mari.
Mari eu te amo.
❤️"
O olhei e ele me olhava sapeca. Pulei em seus braços e o beixei, com todas minhas forças, com todo meu amor. Ele era perfeito. Ta em seus braços, não tinha coisa melhor. Ficamos mais um tempo no lago e voltamos para casa. Cheguei em casa e fui pro Quarto do Gui. Contei tudo que aconteceu. Contri do que o Luan fez no lago. e de seu sonho. E pedi pra dormir com ele, ele concordou. Dormi com meu irmão, agarrada. 

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Capitulo 3

Almocei e esperei o Luan. Ás 15 horas em ponto Tocou a campainha.
—Pontual você, Luan.-Ri dando espaço pra ele entrar.
—Sempre. Entrou
—Vamos lá pra cima estudar. Disse
—Beleza.
Subimos as escadas e fomos para o meu quarto. Sentamos no tapete que tem la mesmo e peguei meus cadernos. 
—O que você não sabe, Luan?
—Tudo.
—Ta brincando né?
—Não, uai.
—Uai. O imitei, e ele mostrou a língua me fazendo gargalhar. Estudamos a tarde inteira, e ele disse que estava com fome, gordo pouco ele hein.
—Vamos descer, então. Disse e ele se levantou rápido.
—Ta,então levanta dai "muié". Disse
—Acho que precisa de ajuda, Luan. Gargalhei
—Entalou foi? Gargalhou alto e eu sorri, a risada dele é maravilhosa de se escutar.
Estendeu as mãos e eu as peguei, e ele me puxou. Acabamos ficando tão perto,que  por um mm não nos beijamos. Confesso que por um momento desejei o seu beijo, e o olhar dele dizia o mesmo. Mas não eu não podia. Ele é só um amigo. Ai meu Deus, tá cada vez mais perto. Tentei arranjar forças pra sair dali, mas não consegui nem me mexer e estávamos com os corpos colados um no outro. E por fim iniciou um beijo. Confesso que eu desejava aquele beijo, mas não queria. Éramos amigos, isso não podia acontecer. Mas e as forças pra sair desse beijo? Um beijo suave. Ele percorreu sua língua por cada local da minha boca. Fiz o mesmo. Aquele beijo! Paramos o beijo e ele me olhou sorrindo, e eu estática.
—De...desc..desculpa. 
—Não precisa se desculpar. Vamos comer. Não quis aprofundar esse assunto, e descemos. Comemos, eu pensei que nossa amizade não seria a mesma depois do beijo. Mas estava enganada. Luan foi o mesmo comigo, como se nem tivesse havido aquele beijo la no quarto.
(...)
Havia se passado um mês e nesse um mês que se passou eu e Luan estávamos cada vez mais próximo. E depois daquele beijo no quarto? Houve muitos outros beijos roubados de Luan. Até brigava com ele, mas era como se precisasse desse beijo sabe? Pois é. Resmungava, mas não o impedia. Sorte que ninguém via esses beijos roubados dele. 
Era uma sexta-feira, á noite eu, meus pais e Gui iríamos jantar na casa de Luan. Estava de tarde ainda, e eu e Gui resolvemos ir para piscina. 
—Má.-Gui me chamou.
—Oi, Gui.
—Posso perguntar uma coisa? Perguntou fazendo cara de manha  
—Claro, maninho. Respondi o olhando.
—O que tem entre você e Luan?
—Na..Nada uai. Amizade só.
—Não mente pra mim, Mariana. Você nunca me escondeu nada.
—Tudo bem...
—Fala.
—Ah. A gente fica as vezes Gui. Mas não passa disso. Não conta pra ninguém?  
—VOCE FICA COM ELE MARIANA? NAO VOU DEIXAR MAIS ESSE CARA ENTRAR AQUI E FICAR COM VOCÊ SOZINHO, TA ACHANDO OQUE, VOCE É MUITO NOVA, NÃO TEM QUE SAIR BEIJANDO ESSES CARA AI NÃO. Gritou, estava com ciúmes
—Fala baixo, Guilherme. Que merda! Você tá louco? Se for assim, não te conto mais nada. Ta ouvindo? Falei irritada.
—Calma, Mari. Mas é que eu quero cuidar de você.-Falou de cabeça baixa- Você é minha única irmã. A pessoa que eu mais amo nesse mundo. Não quero que ninguém te machuque. Brinque com você.
—Olha aqui, Gui- Levantei sua cabeça- Ele não me machuca. Pelo ao contrário, você e ele me fazem muito feliz. Eu sei que você quer cuidar de mim. E eu amo isso, sabia? Me sinto protegida. Mas eu sei que o Luan não brinca comigo.
—Tudo bem maninha. Eu não contarei á ninguém e se ele te faz feliz. Vou apoiar.
—Apoiar o que Guilherme? A gente só fica, menino. Gargalhei.
—Sei não.
Ja estava tarde, resolvemos ir nos arrumar. Meus pais já haviam chegado. Me arrumei assim:



E desci, o Gui estava com uma calça jeans, e blusa gola V azul, que combinavam com seus olhos azuis iguais os meus. Ele era loiro, e eu era morena.
Fomos para a casa de Luan, quem atendeu foi Bruna. Que foi educada como sempre, e ficou conversando comigo. Logo Luan desceu lindo.
Com uma calça jeans menos colada, e uma blusa gola V preta, e um boné aba-reta azul com detalhes vermelhos. Lindo como sempre.
Estávamos sozinhos na sala, e Luan veio.
—Oi, Mari.  Sorriu sapeca.
—Oi, Luan. Desconfiada da sua cara.  Mal falei e o danado já me roubou um selinho.
—Ta doido menino? Disse olhando assustada, conferindo se ninguém havia visto. Não ninguém havia.
—Por você. disse mais sapeca ainda.
—Idiota. Bati no braço dele e fomos para onde todos estavam. Me sentei ao lado de Gui, e luan me repreendeu com o olhar por não ter sentado ao seu lado, apenas ri. 
—Por que não ficou ao lado dele? Fui cochichou no meu ouvido, e eu arregalei os olhos com a pergunta e ri..
—Por que eu te amo e vim sentar com você, maninho lindo.
— Aham, sei. Negou com a cabeça e eu gargalhei. 
Depois de muito conversar fomos jantar. Sentamos todos na mesa e o Gui se levantou e eu não entendi, mas continuei no meu lugar, olhei pra frente e o meu irmão estava ao lado de Bruna, fuzilei ele por me deixar sozinha. Logo luan entrou e riu se sentando ao meu lado, e meu irmão sorriu satisfeito pra mim. Neguei, e jantamos entre risadas. Luan fazia cada palhaçada. Ele ria muito alto, aquele sorriso! Ele tinha aparelho.
Depois eu fui para o banheiro, quando estava saindo alguém foi me puxando para algum lugar que sinceramente não sei onde, eu ia gritar mas colocaram a mão na minha boca, chegando no quarto. Era ele. Quando comecei a o xingar ele me lascou um beijo. Fôlego? Sumiu! 
—Doido! Você é doido! Disse ainda ofegante.
—Por você, Mari. 
—Bobinho.
Nos beijamos outra vez, paramos com mordidinhas. Logo após um selinho. Descemos e logo depois fomos embora. O final de semana passou mormal. 
Segunda-feira estávamos indo para escola, eu, Luan, Gui e Bruna. A aula passou um tedio, e Luan ficava fazendo graça, e eu o xingando. No final da aula estávamos indo embora quando o Luan do nada saiu correndo, chegou com umas flores, e me parou e piscou para Guilherme, fiquei sem entender, e o encarei arqueando as sombrancelhas, e ele disparou.
—Mari...-Com umas mãos segurava as flores ajoelhado já no chão e a outra mao ia no cabelo- Nos conhecemos há alguns meses, né? E desde o momento que te vi, confesso que me atraí. Mas achei que logo passaria. Mas você foi me conquistando, até com as suas grosserias. Mas logo de grosserias você começou a me tratar com carinho. Nos tornamos grandes amigos. E há um mes e meio atrás eu estava no seu quarto estudando, ou tentando -Fez careta- E aconteceu o primeiro beijo. Posso confessar? O melhor que tive até agora. -Riu nervoso ainda- E desde então, continuamos ficamdo. Ou melhor, eu te roubando beijos. Eu sinto algo forte quando te vejo. Teus olhos azuis tem o poder de me prender em você, de uma forma que se eu tivesse explicações taria te explicando agora. Eu quero tornar essa nossa linda amizade, numa linda relação. E aí, cê quer namorar comigo?-Fixou seus olhos dóceis nos meus, aguardando a resposta. Ele estava assim:


—Ai meu Deus!-Estava sem reação- por que você é assim? É claro que eu aceito.O puxei o beijando e o abraçando forte.
—Agora, pega as flores aqui! -Peguei e ele puxou uma caixinha, com duas alianças de prata-Vamos  faze direito né rapaiz? Gargalhou.
Colocamos as alianças e fomos para casa, não parava de sorrir um segundo. Luan e Guilherme falavam sobre mim, como se eu não estivesse ali.





terça-feira, 12 de novembro de 2013

Capitulo 2

—O que você que garoto?-Perguntei irritada.
—Por que você é tão grosseira?-Perfuntou calma
—Já te disse que não tenho motivos para ser gentil.
—E nem motivos para ser agressiva.
-Bufei-O que você quer, fala logo.
—Só queria conversar, uai.
—Não vê que não to pra conversa?
—E quando ta?
—Deixa eu ver.. Nunca!
—Sério, porque você é assim?
—Ta quer saber mesmo? Garanto que não vai querer conversar com uma garota chata, insuportável. Que os pais não dão a mínima.
—Mas aquele dia eles pareceram se importar com vocês.
—Aquele não é meu pai. Meu pai é um cara que se deixa levar pela mulher, que me odeia. E faz a cabeça dele contra mim. Minha mãe mal para em casa e quando para, até que se "preocupa". Por isso me tornei uma pessoa agressiva. E se você quiser ficar, fica calado porque não to boa.
—Mas você  não precisa ser assim, só porque não tem atenção não acha? Isso mostra que quer chamar atenção dos seus pais por ser "rebelde". E eu so to tentando ser seu amigo.
—Tudo bem Luan, eu agradeço. Mas você nào entende. Seus pais são uns amor.
—Eu posso não entender. Mas se você fosse mais gentil, garanto que chamaria mais a atençao doss eus pais pra você.
—Eu vou tentar ser menos agressiva, pelo menos com você, com sua irmã. Com seus pais. Com Gui eu não preciso. Por que ele eu nunca fui grossa.
—Tudo bem.
Conversamos mais um pouco e eu me surpreendi comigo mesma. Não o tratei mal nenhuma vez. O sinal bateu e entramos. Era aula de matematica, a pior aula. Eu odava, mas era boa na materia.
—Bom vamos fazer trabalho em dupla. E vai ser todas as aulas assim certo. Arranjem suas duplas. Por favor.-Professor disse.
-Que ótimo! Não conheço ninguém e já tem que sentarmos em dupla? Legal!!-Pensei comigo mesmo.
—Bom Mariana, como você é nova aqui assim como Luan. Podem sentar juntos. Tudo bem?-Professor.
-Legal!!!!! Ótimo, melhor companhia.-Pensei outra vez
Assentimos e ele trouxe sua carteira junto á minha.
—E mais uma vez...
—É.
O professor passou um trabalho para entregarmos na próxima aula e logo bateu o sinal. 
—Tchau.-Disse Luan
—Tchau. Sorri. Sorri? Sim, eu sorri. Depois de anos eu sorri sem ser forçado. Sem ser obrigado. 
—Oi, mámá.-Gui disse me puxando.
—Oi guizinho.-Beijei seu rosto-Sabe Gui, aquele menino que tava la em casa 
ontem?
—Vai me dizer que...
—Não Guilherme-O interrompi-Ele veio puxar papo comigo pela terceira vez e eu o cortei. Aí ele continuo perturbando, e eu falei para ele o porque de eu ser brava assim, irritada. E ele me falou umas coisas que me mostraram a realidade, e eu cai na real. Acho que vou começar a tratar as pessoas melhor.-Sorri para ele.
—Olha, não sei o que eles garoto falou. Mas o agradeço muito.-Me fez 
cosquinhas.
—Bobo.
Fomos para casa, e a Ana já gritou wue o almoço estava pronto.
Os dias passaram naturalmente, eu e Luan estavamos cada vez mais proximos. Ele sempre fofo comigo. Já se passou dois meses.
Hoje é sexta-feira, acordei fiz minhas higienies e me arrumei assim para escola:

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(sem a mochila, e o sapato mudar para sapatilha)

Hoje o Gui não ia. Vou sozinha para escola. Estava a caminho da escola quando alguém puxa meus fones. Imaginava que seria Luan, ele wuem tinha costume de fazer isso.
—Oi, Mari.
—Oi, Lu.
—Vai sozinha hoje?
—O Gui não vai. Ele ta com dor de cabeça.-Fiz careta- E a Bruna?
—Ela não tem aula.
Fomos conversando até chegar na escola. Etramos na aula, e sentamos nas carteiras. A aula passou normal. Apesar de Luan reclamar a todo momenfo que não estava entendendo nada.
—Luan, cala boca.
—Mas eu não to entendendo nada, Mari.
—Vai la em casa hoje de tarde que eu te explico.
—Ta vom.
A aula passou e eu e Luan fomos juntos para casa. Motivo se zoação e piadinhas no caminho. Mas eu não ligo.
—As 15h eu vou ai ta? Assenti só e ele entrou e eu também.





Capítulo 1

Hoje era um sábado, na segunda começaria as aulas. Tinha acabado de me mudar para Londrina, condomínio Royal Park. Resolvi dar uma volta pelo condomínio pra conhecer, distrair. Desci as escadas correndo por costume. Estava o Gui e a Ana (a empregada), na sala.
—Vai onde, Mámá?-Gui perguntou. Mámá era o apelido que ele havia me dado desde que nasci.
—Vou dar uma volta aqui no condomínio mesmo, Gui. Vem junto?
—Borá. Ele me abraçou de lado e saímos de casa. Na casa da frente estavam se mudando.
—Quem será que são?-Perguntei curiosa.
—Não faço a mínima ideia. Olhei para trás mais uma vez e vi um menino carregando umas caixas logo as vi no chão, ri junto com Gui. Seguimos andando, e paramos numa praça que havia ali no condomínio mesmo. 
—Sabe Gui eu não entendo..-Ele me olhou.
—O que má?
—Nossos pais, tão distante da gente. Não dão bola pra gente. Por que fizeram? Acho que se eu não tivesse você, prefiro nem pensar.
—Ah Má. Eles deveriam ser novos demais. Achavam que era muito fácil cuidar dos filhos. Ou que estavam preparados. Mas infelizmente o dinheiro na nossa família fala mais alto. Por mais que eu sei que eles nos amem. Não demonstram.
Conversamos por mais um tempo e voltamos. Fui pro meu quarto e adormeci logo.

#Luan.
Cheguei em Londrina. A qual cidade meu pai foi transferido novamente. Estava arrumando as caixas da mudança com minha família. Mas como sou desastrado deixei cair uma caixa no chão. Ri de mim mesmo. Terminamos tudo e eu fui para meu novo quarto. Segunda já começaria as aulas, na escola qual já fui matriculado. Estava em meio aos meus pensamentos, quando adormeci.

#Mariana
Acordei com Gui me chamando para jantar. Mesmo sem fome fui, lá estava minha mãe e meu padrasto, revirei os olhos e me sentei ao lado de Gui.
—Oi minha filha.-Minha mãe
—Oi.-Respondi seca sem a olhar
—Vocês sabem os que se mudaram pra cá hoje?-Meu padrasto se pronunciou
—Não sei quem é, se você quer saber.-Respondi "jogando" a comida pra minha boca, sem animação alguma.
—Não quero saber quem são, eu sei quem são.-O olhei arqueando as sombrancelhas-Eu os chamei para almoçar aqui amanhã. Eles tem um casal, uma menina mais nova e um menino da sua idade, Mari.-Falou meu Padrasto.
—Legal.
Terminei minha comida e subi para o meu quarto o qual me tranquei e adormeci novamente. Acordei no dia seguinte estava calor. Fiz minhas higienies e me arrumei assim:


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E desci já era tarde. E por surpresa já estavam os vizinhos novos.
—Oi-Disse seca e timida.
—Oi, linda.-Veio uma mulher muito simpática me comprimentar.-Prazer, Marizete. Me deu dois beijinhos no rosto.
—Prazer, Mariana.-Respondi educada, até me surpreendi com a minha educação.
—Oi, Mariana. -Um homem veio me comprimentar, provavelmente era o marido da Marizete.-Amarildo, prazer.
—Prazer-Sorri.
Depois veio um casal, provavelmente são irmãos, me comprimentar. 
—Oi, Mari.-A menina veio.-Posso chamar assim ne?-Assenti- Você é muito linda. Me chamo Bruna.-Quase gargalhei, ela saiu disparando falando.
—Oi bruna, Prazer. Obrigada.
—Oi-Veio um garoto, provavel que seja o irmão.-Luan, prazer.
—Prazer.
Ficamos conversando um tempo, pareceram bastante simpáticos. E Bruna saiu.
—Quantos anos você tem?-Luan.
—15
—Faz tempo que mora aqui?
—Por que você quer saber?
—Uai, não precisa ser grossa.
—Não to sendo grossa. Só não preciso ser carinhosa, você não me fez nada de bom.
—Tambem não foi educada.
—To sendo o bastante conversando com você. Não acha?
—Não falo mais, também.
Por um minuto me senti fútil por ter o tratado assim, ele tava sendo gentil. Eu não era assim. Mas meus pais fizeram com que me tornasse assim.
Almoçamos,  e eles foram embora. No outro dia começaria as aulas, estava sem 
ânimo algum. Adormeci. Gui foi me chamar para jantar, mas disse que estava 
com fome, ele brigou comigo mas concordou e saiu. 
No outro dia acordei cedo para aula. Me arrumei assim:

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E sai, Gui estava me esperando na sala. Peguei uma maçã e fui com ele. Chegando na escola vi a sala que ficaria e fui. Me sentei mais num canto, só meu. Não gostava de muita gente perto de mim, ainda mais metidos. A aula começaria até que bateram na porta, e ela se abriu. Aquele garoto? Aqui denovo? Tão brincando né? 
—Desculpa, eu me atrasei um pouco...-Disse atrapalhado.
—Sem problemas, você é novo né?
—Sim.
—Sente atrás de Mariana, é o único lugar que resta.
—Tudo bem!
Atrás de mim? Ah não, fiz careta e prestei a atenção na aula.
—Nos veremos muito pelo visto, mal educada.-Luan disse implicando comigo.
—O que é? Acha que eu to gostando? Presta atenção na aula, obrigada.
A aula acabou e eu fiquei sentada na arquibancada sozinha. 
—Sozinha?
—Não. Não ta vendo ele aqui não?-Apontei pro nada.
—Grossa!
—Você provoca, aguenta.
Coloquei meus fones, até que sinto eles serem tirados.



Prévia

Mariana Macedo Duarte, era uma menina doce, meiga,qualquer um se apaixonava pelo seu  jeito. Mas ao passar do tempo se tornou grossa. Tinha acabado de se mudar para Londrina. Seus pais eram separados. Os dois eram muitos ricos. Mas mal davam atenção para sua filha. Sua madrasta Marcia, esposa do seu pai Cezar a tratava com total desrespeito, e fazia a cabeça de seu pai que a tratava com frieza, e nem a dava bola. Sua mãe Rita mal parava em casa com seu padrasto Jorge. A pessoa que Mariana mais contava era seu irmão Guilherme, que era mais velho. Eles tinham uma relação ótima. Guilherme tinha 17 anos. Mariana 15. Mas ao passar do tempo Mariana se tornará a menina meiga que era, o amor inesperado mostrará a beleza da vida.


Luan Rafael Domingos Santana, menino simpático, sonhador. Quer ser um grande cantor.  Luan já teve namoradas, mas até agora nunca descobriu o que é o amor de verdade. Sabe que é algo forte, mas não sentiu na pele. Ele é muito mimado pela sua mãe Marizete, como qualquer mãe mima o filho. Muito apoiado pelo seus pais nos seus sonhos. Apesar de brigar  sempre com sua irmã a ama, e conta com ela pra tudo. Apesar de ser mais nova, o da muitos conselhos. Seu pai se chama Amarildo, bom moço. Luan acaba de se mudar para Londrina o qual seu pai foi transferido. Luan estava triste pois tinha muitos amigos. Mas, mais uma vez terá que mudar de cidade, por conta do trabalho de seu pai. Mas ele mas sabia que não faria só amizades em Londrina como encontraria nessa cidadezinha o seu grande amor. Luan, 15 anos.

ATRNÇAO

Bom amors, eu exclui as postagems porque não estava gostando da história. Então resolvi fazer uma outra. Ela vai começar com o Luan ainda não famoso. Espero que gostem .Já já postarei os personagem, e ainda hoje o primeiro capitulo se der. Beijinhossssssss.